| Teste | Recensão | Participação | |||||
| Ana Alves | 14 | 15 | 10 | ||||
| Maria Girão Sá | 16 | 15 | 13 | ||||
| Maria J.Domingues | 8,5 | 17 | 10 | ||||
| José Ricardo Almeida | 17 | 16 | 16 | ||||
| Mónica Oliveira | 10,5 | 10 | 13 | ||||
| Hugo M. Paiva | 16 | 15 | 14 | ||||
| José Ferreira | 18 | 17 | 17 | ||||
| Marta Sobral Santos | 13 | 14 | 13 | ||||
| Sara O. Gomes | 11 | 13,5 | 13 | ||||
| Carlos Sousa | 13 | 14 | 10 | ||||
| Juliana Moreira | 13 | 13 | 10 | ||||
| Inês Peres Pacheco | 14,5 | 14 | 10 | ||||
| Gonçalo nº20092349 | 13 | 13 | 11 | ||||
| Inês Luso | 8 | 8 | 10 | ||||
| Ana Carreira | 13 | 14 | 14 | ||||
| Raquel Aguiar | 11,5 | 14 | 10 | ||||
| Sérgio Brito Moreira | 11 | 12 | 13 | ||||
| João Freitas Mota | 14 | 13 | 15 | ||||
| Maria F.S.Pinheiro | 12 | 13,5 | 15 | ||||
| Joana R. Sousa | 9 | 12 | 10 | ||||
| Ana Luísa Azevedo | 15 | 15 | 14 | ||||
| Armando Miranda | 8 | 15 | 10 | ||||
| António Pimentel | 15 | 15 | 13 | ||||
| Carla Soares da Silva | 8 | 15 | 10 | ||||
| Daniela S. Moreira | 11 | 12 | 14 | ||||
| Diana Sanches | 12 | 15 | 14 | ||||
| Diogo C.Alegre | 9 | 12 | 10 | ||||
| Eduardo C.Ribeiro | 7 | 9 | 10 | ||||
| Filipe Marinho | 8 | 12 | 10 | ||||
| Francisco Alves | 12 | 16 | 10 | ||||
| Francisco Miranda | 13,5 | 14 | 14 | ||||
| Gonçalo Silva-cam | 8 | 11 | 10 | ||||
| Henrique Moreira | 8 | 15 | 14 | ||||
| Inês Castro | 13 | 15 | 10 | ||||
| Isa Reis | 15 | 16 | 10 | ||||
| Jacinta Barreto | 14 | ||||||
| Joana Sequeira | 11 | 9 | 10 | ||||
| Maria Leonor Lopes | 13 | 14,5 | 14 | ||||
| Luís M. Rodrigues | 10 | 12 | 10 | ||||
| Luís Santos | 14 | 13 | 15 | ||||
| Mafalda Correia | 14 | 14 | 14 | ||||
| Mariana S.Santos | 14 | 12 | 14 | ||||
| Pedro Gaspar | 10 | 8 | 10 | ||||
| Hélder Teixeira | 11,5 | 10 | 10 | ||||
| Rui S.Ribeiro | 14 | 12 | 12 | ||||
| Sandrina Jordão | 13 | 15 | 12 | ||||
| Sílvia Sousa | 10,5 | 14 | 14 | ||||
| Susana Silva | 11 | 14 | 10 | ||||
| Teresa Vasconcelos | 12 | 14 | 14 | ||||
| Sofia Araújo | 15 | - | 14 | ||||
| Ana Coelho | 12 | - | |||||
| Abel Oliveira | 13 | 16 | 12 | ||||
| Ana Barreto | 11 | - | |||||
| Ana Narciso | 14 | 14 | 13 | ||||
| Joana Andrade | 7 | - | 10 | ||||
| Joana Correia | 13 | 13 | |||||
| Joaquim Pinto | 17 | 17 | 16 | ||||
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Resultados dos três momentos de avaliação
Notas da recensão
| Ana Alves | 15 | |||
| Maria Girão Sá | 15 | |||
| Maria J.Domingues | 17 | |||
| José Ricardo Almeida | 16 | |||
| Hugo M. Paiva | 15 | |||
| José Ferreira | 17 | |||
| Marta Sobral Santos | 14 | |||
| Sara O. Gomes | 13,5 | |||
| Carlos Sousa | 14 | |||
| Juliana Moreira | 13 | |||
| Inês Peres Pacheco | 14 | |||
| Gonçalo nº20092349 | 13 | |||
| Inês Luso | 8 | |||
| Ana Carreira | 14 | |||
| Raquel Aguiar | 14 | |||
| Sérgio Brito Moreira | 12 | |||
| João Freitas Mota | 13 | |||
| Maria F.S.Pinheiro | 13,5 | |||
| Joana R. Sousa | 12 | |||
| Ana Luísa Azevedo | 15 | |||
| Armando Miranda | 15 | |||
| António Pimentel | 15 | |||
| Carla Soares da Silva | 15 | |||
| Daniela S. Moreira | 12 | |||
| Diana Sanches | 15 | |||
| Diogo C.Alegre | 12 | |||
| Eduardo C.Ribeiro | 9 | |||
| Filipe Marinho | 12 | |||
| Francisco Alves | 16 | |||
| Francisco Miranda | 14 | |||
| Gonçalo Silva-cam | 11 | |||
| Henrique Moreira | 15 | |||
| Inês Castro | 15 | |||
| Isa Reis | 16 | |||
| Jacinta Barreto | 14 | |||
| Joana Sequeira | 9 | |||
| Maria Leonor Lopes | 14,5 | |||
| Luís M. Rodrigues | 12 | |||
| Luís Santos | 13 | |||
| Mafalda Correia | 14 | |||
| Mariana S.Santos | 12 | |||
| Pedro Gaspar | 8 | |||
| Hélder Teixeira | 10 | |||
| Rui S.Ribeiro | 12 | |||
| Sandrina Jordão | 15 | |||
| Sílvia Sousa | 14 | |||
| Susana Silva | 14 | |||
| Teresa Vasconcelos | 14 | |||
Frequência:
Inês Luso 8
Nota final=
40% Nota da frequência
40% Recensão
20% Participação nas aulas e trabalho Redes Sociais
domingo, 30 de janeiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Jim Morrison obtem perdão 40 anos depois da sua misteriosa morte
Para todos os apreciadores de musica e fãs de uma das bandas mais carismáticas dos anos 60, fica aqui o desfecho de uma história mal contada que se passou em 1 de Março de 1969.
A lenda continua bem viva....
Perguntem ao Obama...
Hoje quando entrei no YouTube olhei para o seu logótipo e estava fora do normal, e então decidi clicar sobre ele é então que encontrei um pequena surpresa...
Encontrei "Your Interview With The President"...
Pelo que vi é para cada pessoa escrever o que gostaria de perguntar ao Obama...
Não sei se isto é verdade, ou se é promovido pelo Obama ou pelos seus colaboradores, mas não custa tentar...
Aqui vai o link: http://www.youtube.com/worldview/?utm_source=Yoodle&utm_medium=EL&utm_campaign=EL
Se estavam mortinhos para fazer uma pergunta a Obama, façam-na agora ou calem-se para sempre...
Atenção sejam rápidos pois isto é só até à meia noite de hoje (26/01/2011)!
Encontrei "Your Interview With The President"...
Pelo que vi é para cada pessoa escrever o que gostaria de perguntar ao Obama...
Não sei se isto é verdade, ou se é promovido pelo Obama ou pelos seus colaboradores, mas não custa tentar...
Aqui vai o link: http://www.youtube.com/worldview/?utm_source=Yoodle&utm_medium=EL&utm_campaign=EL
Se estavam mortinhos para fazer uma pergunta a Obama, façam-na agora ou calem-se para sempre...
Atenção sejam rápidos pois isto é só até à meia noite de hoje (26/01/2011)!
Autor da entrevista a Carlos Silvino não tem Carteira de Jornalista
Carlos Tomás, que entrevistou Carlos Silvino sobre o processo de pedofilia, não possui carteira profissional de jornalista para exercer a profissão neste momento, apurou a Renascença.
Apresentando-se como free-lancer, o “jornalista”propôs o trabalho à revista “Focus”. No texto, o principal arguido do caso diz que mentiu em tribunal: Carlos Sivino diz ter sido pressionado para incriminar os restantes arguidos e alega mesmo que terá sido drogado para o fazer.
Carlos Tomás já escreveu um livro em 2004, em co-autoria com Marluce, ex-mulher de Carlos Cruz, intitulado "As Grades do Sofrimento", sobre a forma como a família do apresentador de televisão acompanhou e comentou a investigação do processo.
A Renascença tentou contactar Carlos Tomás, mas até agora sem sucesso.
Ouvido esta tarde, o presidente do Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas, Orlando César, condena a publicação desta peça jornalística. O órgão vai apenas chamar a atenção das empresas de comunicação social que divulgaram a entrevista.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) vai analisar as mais recentes declarações de Carlos Silvino sobre o processo Casa Pia. Já a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista vai amanhã analisar a publicação da entrevista pela revista.
Apresentando-se como free-lancer, o “jornalista”propôs o trabalho à revista “Focus”. No texto, o principal arguido do caso diz que mentiu em tribunal: Carlos Sivino diz ter sido pressionado para incriminar os restantes arguidos e alega mesmo que terá sido drogado para o fazer.
Carlos Tomás já escreveu um livro em 2004, em co-autoria com Marluce, ex-mulher de Carlos Cruz, intitulado "As Grades do Sofrimento", sobre a forma como a família do apresentador de televisão acompanhou e comentou a investigação do processo.
A Renascença tentou contactar Carlos Tomás, mas até agora sem sucesso.
Ouvido esta tarde, o presidente do Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas, Orlando César, condena a publicação desta peça jornalística. O órgão vai apenas chamar a atenção das empresas de comunicação social que divulgaram a entrevista.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) vai analisar as mais recentes declarações de Carlos Silvino sobre o processo Casa Pia. Já a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista vai amanhã analisar a publicação da entrevista pela revista.
Jogo inventado por português no "top" da Microsoft
Jogo inventado por português no "top" da Microsoft
2011-01-15
O jogo "Kill the Duck", inventado por um jovem português, está em segundo lugar na lista dos jogos com mais de 100 mil descargas na Marketplace.
O jogo - cujo objectivo é matar patos sem acertar nas pombas - foi inventado por Andreas Vilela que, em declarações à Agência Lusa, disse estar "muito satisfeito" por o jogo que inventou estar em segundo lugar nos "downloads para o Windows Phone 7".
Licenciado em informática e a frequentar o mestrado na mesma área na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Andreas Vilela acrescentou ter inventado o jogo depois de uma conversa com o irmão mais velho.
"É um jogo inspirado no "Duck Hunter` da Nintendo dos anos 1980/1990, que tem 20 níveis para superar com sucesso, sendo preciso uns determinados pontos para se passar de etapa", referiu.
O jogo foi inventado ao abrigo do programa "Microsoft Student Parker" que, segundo o jovem, dá oportunidades aos estudantes que mais se destacam nas áreas informáticas.
Andreas Vilela já foi convidado a estagiar numa empresa europeia na área de desenvolvimento de aplicações para dispositivos móveis.
Origem: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=1758244
Pelos vistos até conseguimos fazer alguma coisa, basta querer-mos!
2011-01-15
O jogo "Kill the Duck", inventado por um jovem português, está em segundo lugar na lista dos jogos com mais de 100 mil descargas na Marketplace.
O jogo - cujo objectivo é matar patos sem acertar nas pombas - foi inventado por Andreas Vilela que, em declarações à Agência Lusa, disse estar "muito satisfeito" por o jogo que inventou estar em segundo lugar nos "downloads para o Windows Phone 7".
Licenciado em informática e a frequentar o mestrado na mesma área na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Andreas Vilela acrescentou ter inventado o jogo depois de uma conversa com o irmão mais velho.
"É um jogo inspirado no "Duck Hunter` da Nintendo dos anos 1980/1990, que tem 20 níveis para superar com sucesso, sendo preciso uns determinados pontos para se passar de etapa", referiu.
O jogo foi inventado ao abrigo do programa "Microsoft Student Parker" que, segundo o jovem, dá oportunidades aos estudantes que mais se destacam nas áreas informáticas.
Andreas Vilela já foi convidado a estagiar numa empresa europeia na área de desenvolvimento de aplicações para dispositivos móveis.
Origem: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=1758244
Pelos vistos até conseguimos fazer alguma coisa, basta querer-mos!
Endereços da Net acabam "dentro de semanas"
Endereços da Net acabam "dentro de semanas"
2011-01-21
O mundo vai ficar "dentro de semanas" sem endereços da Internet. Quem o diz é Vint Cerf, um dos criadores da rede e actual responsável no gigante tecnológico Google.
Vint Cerf, criador do protocolo da rede IPv4, deu um impulso crucial à Internet ao permitir a ligação dos computadores através dos endereços do Protocolo de Internet (IP).
Em declarações ao jornal australiano Sydney Morning Herald, afirmou que não tinha ideia de que a sua "experiência", em 1977, para o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, "não teria fim". "Pensei que era uma experiência e que os 4,3 mil milhões de [endereços] seriam suficientes", explicou.
Com as empresas do sector a dar o tudo por tudo para criar um novo protocolo, o IPv6, com biliões de novos endereços, Vint Cerf garante que, até lá, a Internet não vai acabar.
"Não significa que a rede acabe, só significa que não a podemos construir muito bem", disse.
Os endereços IP são sequências únicas de números atribuídos a cada computador ou outros aparelhos ligados à rede.
Origem: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=1763087
2011-01-21
O mundo vai ficar "dentro de semanas" sem endereços da Internet. Quem o diz é Vint Cerf, um dos criadores da rede e actual responsável no gigante tecnológico Google.
Vint Cerf, criador do protocolo da rede IPv4, deu um impulso crucial à Internet ao permitir a ligação dos computadores através dos endereços do Protocolo de Internet (IP).
Em declarações ao jornal australiano Sydney Morning Herald, afirmou que não tinha ideia de que a sua "experiência", em 1977, para o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, "não teria fim". "Pensei que era uma experiência e que os 4,3 mil milhões de [endereços] seriam suficientes", explicou.
Com as empresas do sector a dar o tudo por tudo para criar um novo protocolo, o IPv6, com biliões de novos endereços, Vint Cerf garante que, até lá, a Internet não vai acabar.
"Não significa que a rede acabe, só significa que não a podemos construir muito bem", disse.
Os endereços IP são sequências únicas de números atribuídos a cada computador ou outros aparelhos ligados à rede.
Origem: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=1763087
Museu de videojogos abre em Berlim
Museu de videojogos abre em Berlim
2011-01-24
Cláudia Luís
Os fãs de jogos de vídeo já têm um museu com uma das maiores colecções do Mundo, em Berlim. O Computerspiele Museum (Museu de Videojogos) concentra 14 mil jogos, 2300 dispositivos de hardware, tanto históricos, como actuais, e dez mil documentos de 50 anos de história. Aqui os objectos não são obsoletos: são a memória de uns e pura fantasia para outros.
Quem está longe de Berlim, na Alemanha, não deixa de ter acesso a esta exposição permanente e pode optar por fazer uma visita virtual através do seu site: www.computerspielemuseum.de.
Os objectos da colecção compõem uma espécie de viagem no tempo. Em mostra estão máquinas como o "Computer Space", o primeiro videojogo automático a moedas, criado em 1971. Um "joystick" com 1,20 metros de altura é outra das curiosidades do museu alemão, que também proporciona uma navegação pelos videojogos mais emblemáticos: desde "Super Mário" ao jogo mais vendido da actualidade, "Grand Theft Auto". Também aqui, os visitantes podem assistir a uma entrevista com o criador do mítico Atari, Ralph Baer.
"Pode dizer-se, sem dúvida, que é uma das maiores colecções do Mundo e é, seguramente, a maior da Europa", afirma Andreas Lange, de 46 anos, um dos fundadores do museu e o seu director.
O percurso que trilhou até à criação do Computerspiele Museum não foi fácil. Com formação académica em Ciências Religiosas, o seu interesse pelo universo dos videojogos era já muito forte. Foi por isso que realizou uma tese sobre "A história dos videojogos na perspectiva da teoria dos mitos". No final dos anos 90, chegou a criar uma pequena exposição com exemplares da sua colecção privada, que acabaria por encerrar em 2001, devido a problemas financeiros.
A inauguração do museu berlinense tornou-se possível graças ao apoio do presidente da Câmara da capital alemã e da União Europeia. Segundo Andreas Lange, citado pelo jornal "El País", o seu museu tem características únicas: "Existem secções de museus maiores acerca deste tema, nos Estados Unidos da América e no Reino Unido, mas não havia, até agora, um museu inteiramente dedicado aos videojogos".
Origem: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=1765344&page=1
2011-01-24
Cláudia Luís
Os fãs de jogos de vídeo já têm um museu com uma das maiores colecções do Mundo, em Berlim. O Computerspiele Museum (Museu de Videojogos) concentra 14 mil jogos, 2300 dispositivos de hardware, tanto históricos, como actuais, e dez mil documentos de 50 anos de história. Aqui os objectos não são obsoletos: são a memória de uns e pura fantasia para outros.
Quem está longe de Berlim, na Alemanha, não deixa de ter acesso a esta exposição permanente e pode optar por fazer uma visita virtual através do seu site: www.computerspielemuseum.de.
Os objectos da colecção compõem uma espécie de viagem no tempo. Em mostra estão máquinas como o "Computer Space", o primeiro videojogo automático a moedas, criado em 1971. Um "joystick" com 1,20 metros de altura é outra das curiosidades do museu alemão, que também proporciona uma navegação pelos videojogos mais emblemáticos: desde "Super Mário" ao jogo mais vendido da actualidade, "Grand Theft Auto". Também aqui, os visitantes podem assistir a uma entrevista com o criador do mítico Atari, Ralph Baer.
"Pode dizer-se, sem dúvida, que é uma das maiores colecções do Mundo e é, seguramente, a maior da Europa", afirma Andreas Lange, de 46 anos, um dos fundadores do museu e o seu director.
O percurso que trilhou até à criação do Computerspiele Museum não foi fácil. Com formação académica em Ciências Religiosas, o seu interesse pelo universo dos videojogos era já muito forte. Foi por isso que realizou uma tese sobre "A história dos videojogos na perspectiva da teoria dos mitos". No final dos anos 90, chegou a criar uma pequena exposição com exemplares da sua colecção privada, que acabaria por encerrar em 2001, devido a problemas financeiros.
A inauguração do museu berlinense tornou-se possível graças ao apoio do presidente da Câmara da capital alemã e da União Europeia. Segundo Andreas Lange, citado pelo jornal "El País", o seu museu tem características únicas: "Existem secções de museus maiores acerca deste tema, nos Estados Unidos da América e no Reino Unido, mas não havia, até agora, um museu inteiramente dedicado aos videojogos".
Origem: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=1765344&page=1
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Carlos Silvino diz que mentiu em Tribunal e que não conhecia os outros arguidos
Carlos Silvino. O principal arguido do processo Casa Pia, diz que mentiu em tribunal e que nunca levou nenhum rapaz aos outros arguidos e que nem seque os conhecia. Uma entrevista que foi conduzida por Carlos Tomás, um jornalista que foi co-autor de um livro com Marluce, a ex-mulher de Carlos Cruz.
Na entrevista Bibi desmente tudo o que disse à Polícia Judiciária, ao Ministério Público, e em Tribunal. Carlos Silvino afirma que tudo o que disse foi sob o efeito de medicação, induzido pela polícia, e com pena dos "rapazes".
Sete dias depois de dar esta entrevista, ao jornalista que, em 2004, escreveu um livro com a ex-mulher de Carlos Cruz, Bibi dispensou os serviços do seu advogado, José Maria Martins.
Na entrevista Bibi desmente tudo o que disse à Polícia Judiciária, ao Ministério Público, e em Tribunal. Carlos Silvino afirma que tudo o que disse foi sob o efeito de medicação, induzido pela polícia, e com pena dos "rapazes".
Sete dias depois de dar esta entrevista, ao jornalista que, em 2004, escreveu um livro com a ex-mulher de Carlos Cruz, Bibi dispensou os serviços do seu advogado, José Maria Martins.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Notas da frequência
Frequência
Carlos Miguel Sousa 13
Mónica Oliveira 10,5
Gonçalo Silva 13
Diana Sanches 12
Sofia Araújo 15
Pedro Gaspar 10
Ana Coelho 12
Sandrina Jordão 13
António Pimentel 15
Maria Sá 16
Marta Santos 13
Luís Santos 14
Rui Ribeiro 14
Abel Oliveira 13
Teresa Vasconcelos 12
Ana Pascoal 12
Ana Barreto 11
Ana Carreira 13
Henrique Moreira 8
Juliana Moreira 13
Ana Narciso 14
Armando Miranda 8
Mariana Santos 14
Mafalda Correia 14
Joana Andrade 7
Luís Rodrigues 10
Joana Correia 13
Joana Sequeira 11
Isa Reis 15
Carla Silva 8
Raquel Aguiar 11,5
Diogo Alegre 9
Sílvia Sousa 10,5
Susana Silva 11
Daniela Moreira 11
Hélder Teixeira 11,5
Sérgio Moreira 11
Gonçalo Silva 8
Eduardo Reis 7
Joana Sousa 9
Filipe Marinho 8
Inês Castro 13
Hugo Paiva 16
Joaquim Pinto 17
Francisco Miranda 13,5
Maria Domingues 8,5
Maria Pinheiro 12
Sara Gomes 11
Ana Azevedo 15
Inês Pacheco 14,5
João Mota 14
Ana Alves 14
Francisco Alves 12
José Ferreira 18
Maria Lopes 13
José Almeida 17
sábado, 22 de janeiro de 2011
Novo livro sobre o primeiro periódico português
Foi recentemente publicado pelos Livros LabCom, o livro:
A Gazeta "da Restauração", Primeiro Periódico Português. Uma Análise do Discurso.
O livro encontra-se disponível para download gratuito em: http://www.livroslabcom.ubi.pt/livro.php?l=18
A Gazeta "da Restauração", Primeiro Periódico Português. Uma Análise do Discurso.
O livro encontra-se disponível para download gratuito em: http://www.livroslabcom.ubi.pt/livro.php?l=18
Informação sobre a entrega da recensão
A data de entrega da recensão terminou na passada quarta-feira. Contudo, podem entregar a mesma até quarta-feira mas sofrerão uma penalização de 2 valores na nota. Depois de quarta-feira não aceito trabalhos.
Se bem se recordam, a recensão devia ter sido entregue em Dezembro.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Aula de substituição
Caros alunos,
Esta semana não darei aulas de HMC dado que estarei em Madrid num congresso.
Manifesto a minha disponibilidade para dar uma aula de substituição na quarta-feira da próxima semana, dia 26, das 9h30 às 13h30.
Fico a aguardar que me digam se pretendem comparecer à aula de dia 26 para que possa reservar uma sala.
Ivone Ferreira
Esta semana não darei aulas de HMC dado que estarei em Madrid num congresso.
Manifesto a minha disponibilidade para dar uma aula de substituição na quarta-feira da próxima semana, dia 26, das 9h30 às 13h30.
Fico a aguardar que me digam se pretendem comparecer à aula de dia 26 para que possa reservar uma sala.
Ivone Ferreira
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Para finalizar gostaria de recomendar este documentário, um dos melhores que já vi.

Baraka (1992) é um documentário experimental americano,dirigido por Ron Fricke, cinematografista de Koyaanisqatsi

"Baraka, uma antiga palavra Sufi que pode ser traduzida simplesmente por bênção (blessing), por respirar (breath), por essência da vida, é um poema visual, um filme sobre o mundo e o que há de espiritual e doentio nele, os contrastes das diferentes culturas e as semelhanças que elas têm na sua angústia e esperança na busca por Deus e na sua relação com a natureza.
Frequentemente comparado a Koyaanisqatsi, o assunto principal de Baraka é, de facto, similar, incluindo filmagens de várias paisagens, igrejas, ruínas, cerimónias religiosas e cidades, misturado com a vida, numa busca para que cada quadro consiga capturar a grande pulsação da humanidade nas actividades diárias.
O documentário foi filmado em 70 mm colorido em 23 países: Argentina, Brasil, Camboja, China, Equador, Egito, França, Hong Kong, Índia, Indonésia, Irã, Israel, Itália, Japão, Quênia, Kuweit, Nepal, Polônia, Arábia Saudita, Tanzânia, Tailândia, Turquia e EUA. Ele não contem diálogos ou cenas coesas, mas apenas imagens e som ambiente, conversas ou cantos, que podem ser considerados o narrador latente de uma intenção universal espiritual.
Segundo os críticos, Baraka é um filme que, de modo não-verbal e não-linear, discute o sagrado e o humano; a ordem natural e a entropia; a santidade e o materialismo. Portanto, é um filme dialético, totalmente dependente da percepção e interpretação do espectador. Não importa quem você seja ou onde viva: você também está em Baraka.
A espiritualidade é latente no filme inteiro. De acordo com a Antropologia, o aumento da capacidade cerebral fez com que o homem formulasse questões mais complexas como de onde viemos e para onde vamos. A busca pela resposta levou diversas culturas diferentes a admitirem a existência de um ser superior, um Deus. Em Baraka, é como se de repente todas as culturas resolvessem mostrar qual o seu Deus, sendo que o ocidente é responsável por algumas das imagens mais tristes e chocantes do filme.
Na sua negação de um Deus primitivo que é objecto de cultos e sacrifícios, o ocidente cultua a mecanização, a ciência, colocando em segundo plano a humanidade, no sentido da compaixão. Esse é o significado da cena dos pintainhos dentro da máquina, o mesmo significado das cenas de guerra.
Baraka é um filme sobre a vida, um registro da humanidade que propõe não uma aceitação do que somos, mas a reflexão de que estamos acostumados com alguma coisa e não quer dizer que ela seja correcta, assim como se algo de outra cultura nos chocar não significa que seja algo ruim ou bárbaro. É para quem esta farto de filmes com pouco conteúdo, e da previsibilidade dos guiões básicos e ocos do tipo rapariga conhece rapaz, dificuldades separam-nos, sofrem, mas ficam juntos no final..."
No que respeita ao tema "documentário", entre muitos gostaria também de aconselhar esta trilogia.

"Koyaanisqatsi: Life out of balance é um documentário lançado em 1983 dirigido por Godfrey Reggio com música do compositor Philip Glass.
A banda sonora deste documentário possui grande importância pois o desenrolar tem a velocidade e o tom ditados por ela. Não existem diálogos e também não são feitas narrações durante todo o documentário.
São apresentadas cenas em paisagens naturais e urbanas, muitas delas com a velocidade de exibição alterada. Algumas cenas são passadas rapidamente e outras mais lentamente que o normal, criando, com a banda sonora, uma ideia diferente da passagem do tempo. Vários dos efeitos apresentados tornaram-se clichês usados em outros filmes e programas de televisão.
A banda sonora deste documentário possui grande importância pois o desenrolar tem a velocidade e o tom ditados por ela. Não existem diálogos e também não são feitas narrações durante todo o documentário.
São apresentadas cenas em paisagens naturais e urbanas, muitas delas com a velocidade de exibição alterada. Algumas cenas são passadas rapidamente e outras mais lentamente que o normal, criando, com a banda sonora, uma ideia diferente da passagem do tempo. Vários dos efeitos apresentados tornaram-se clichês usados em outros filmes e programas de televisão.
A palavra koyaanisqatsi tem origem na língua Hopi e quer dizer "vida desequilibrada", ou "vida louca". O significado é revelado ao final do documentário antes da apresentação dos créditos. No final do documentário são cantadas três profecias do povo Hopi em sua própria língua, as quais também têm as suas traduções apresentadas antes dos créditos.
O filme leva a sua audiência a refletir sobre os aspectos da vida moderna que nos fazem viver sem harmonia com a natureza, bem como a pressão exercida pelas inovações tecnológicas que tornam o quotidiano cada vez mais rápido.
Powaqqatsi: Life in transformation é um documentário lançado em 1988 dirigido por Godfrey Reggio com música do compositor Philip Glass.É o segundo filme da trilogia Qatsi.
Powaqqatsi vem da língua Hopi e quer dizer "vida em transformação".
Como os demais filmes da trilogia, não são apresentadas narrativas ou diálogos durante todo documentário. Apenas no final é revelado o significado do nome powaqqatsi.
Powaqqatsi vem da língua Hopi e quer dizer "vida em transformação".
Como os demais filmes da trilogia, não são apresentadas narrativas ou diálogos durante todo documentário. Apenas no final é revelado o significado do nome powaqqatsi.
Os filmes da trilogia estruturam-se num tripé: o encadeamento conceptual, a carga imagética e o rítmo musical.
O filme chama atenção pelas imagens fortes e contundentes, um caldeidoscópio de cores, comportamentos, culturas, festas, sofrimento. O tema destacado é o trabalho humano levado aos seus limites, uma loucura onde destabilizamos o mundo para sobrevivermos em condições ultrajantes.
Pontilhado de paradoxos, a narrativa de Powaqqatsi descreve, ao som da música de Glass, o duelo entre o homem e a natureza, onde a adaptação da natureza aos nossos desejos produz o desequilíbrio que nos ameaça. A tecnologia amalgama-se na Terra, destruindo toda a diversidade pelo padrão das repetições, como se o planeta fosse lentamente transformado numa fábrica. Ao lutar pela sobrevivência, os homens são colocados no seu limite. As relações desiguais configuram-se numa exploração desenfreada.
Pontilhado de paradoxos, a narrativa de Powaqqatsi descreve, ao som da música de Glass, o duelo entre o homem e a natureza, onde a adaptação da natureza aos nossos desejos produz o desequilíbrio que nos ameaça. A tecnologia amalgama-se na Terra, destruindo toda a diversidade pelo padrão das repetições, como se o planeta fosse lentamente transformado numa fábrica. Ao lutar pela sobrevivência, os homens são colocados no seu limite. As relações desiguais configuram-se numa exploração desenfreada.
A sequência inicial mostra a Serra Pelada no auge mineiro. Milhares de homens sujos de lama embrenham-se terra adentro...olhares ambíguos...vazios de vida...cheios de esperança...corpos moldados pelo peso que carregam, e quem assiste as imagens verga-se com eles. A música de Phillip Glass ressalta esse efeito num diapasão repetitivo, intenso, mas nunca monótono.
Naqoyqatsi: Life as war é um documentário lançado em 2002 dirigido por Godfrey Reggio com música do compositor Philip Glass e com trechos executados pelo violoncelista Yo-Yo Ma.
É o último filme da trilogia Qatsi. O primeiro aborda principalmente o hemisfério norte, o segundo o sul e países asiáticos, ficando com este terceiro a grandiosidade de abordar o planeta como um todo, conectado, globalizado, mergulhado na tecnologia que encurta distâncias e acelera processos de destruição devido ao seu mau uso.
Naqoyqatsi é uma expressão da língua Hopi que significa "a vida como uma guerra" ou "a guerra como um meio de vida". Também há uma sugestão de interpretação como "violência civilizada".
É o último filme da trilogia Qatsi. O primeiro aborda principalmente o hemisfério norte, o segundo o sul e países asiáticos, ficando com este terceiro a grandiosidade de abordar o planeta como um todo, conectado, globalizado, mergulhado na tecnologia que encurta distâncias e acelera processos de destruição devido ao seu mau uso.
Naqoyqatsi é uma expressão da língua Hopi que significa "a vida como uma guerra" ou "a guerra como um meio de vida". Também há uma sugestão de interpretação como "violência civilizada".
Ao contrário dos demais documentários da trilogia, Naqoyqatsi não foi produzido através de filmagens. Foram utilizados filmes e imagens de arquivo manipulados digitalmente e intercalados com cenas produzidas por computação gráfica, com efeitos de pós-produção como fotografia térmica. Esta maneira de produzir o filme não foi à toa; o director escolheu produzir o filme a partir de imagens e vídeos extraídos de bancos de imagens para desta forma justificar a constante apropriação que o actual mundo tecnológico nos permite e nos impulsiona a fazer (samplers, remixagens, copy paste...). Além do mais, desta forma, o director acaba por demonstrar também que a presença da tecnologia é essencial e predominante na produção do filme, ou seja, sem a tecnologia, nem o filme e nem o nosso actual quadro de vida existiriam.
Este documentário leva a audiência a reflectir sobre a nossa relação com a natureza, a influência da tecnologia nas nossas vidas e as novas maneiras de se relacionar dentro de um actual quadro frenético mergulhado na conectividade tecnológica. Há uma ênfase especial sobre a competitividade, os conflitos do mundo e a violência."
Teorias de Quentin Tarantino
Para quem gosta dos filmes do Tarantino....deixo aqui estas teses interessantes.
Subscrever:
Mensagens (Atom)